Ambiente 13 janeiro 2016
O 'Row-bo' funciona de forma autónoma | Foto: Hemma Philamore/Briston University

Ainda não saiu do laboratório e já muito se espera dele na limpeza de águas contaminadas.

Segundo dados da ONU, 783 milhões de pessoas no mundo não têm acesso a água potável e entre seis a oito milhões morrem, todos os anos, na sequência de doenças relacionadas com água contaminada e desastres aquáticos.

Olhando para a imagem, não dávamos nada por ele, mas este robot, nascido na Universidade de Bristol, no Reino Unido, pode vir a ser uma ajuda preciosa na limpeza de águas poluídas, em situações de derrames petrolíferos ou em casos de proliferação de algas tóxicas.

Tudo porque o 'Row-bo', como foi designado, adora águas sujas. Para o criar, os cientistas inspiraram-se em insetos aquáticos que se alimentam de matéria orgânica contaminada.

Tal como eles, também, este engenho tem uma espécie de boca, que abre automaticamente quando precisa de recarregar baterias.

O interior do 'Row-bo' está equipado com uma "Célula de Combustível Microbiana", que se "serve da biodegradação da matéria orgânica para gerar eletricidade", diz a equipa em comunicado.

Essa capacidade de suprir as suas necessidades energéticas de forma autónoma, sem precisar de se abastecer de combustíveis ou eletricidade, nem ajuda humana, é outra das características que tornam a invenção tão especial.

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