Ambiente 27 julho 2015
O aeroporto é "movido" a sol e vento | Foto: Ecogal

Fica nas ilhas que serviram a Darwin para sustentar a sua Teoria da Evolução das Espécies e funciona a sol e vento.

A maior riqueza das ilhas Galápagos é a sua biodiversidade, tanto em termos de fauna, como de flora.

Situadas no Oceano Pacífico, estas ilhas – território do Equador - fascinaram Darwin quando, em 1835, aí chegou a bordo do histórico navio HMS Beagle.

Quase 180 anos depois, o arquipélago continua a ser um laboratório para biólogos de todo o mundo.

Não é por acaso que as Galápagos são, desde 1978, Património Natural da Humanidade da UNESCO e, desde 1985, Reserva da Biosfera. Serem casa do primeiro aeroporto ecológico do mundo é, dir-se-ia, quase uma evolução natural.

Com uma tal riqueza ambiental e histórica, o Equador sentiu necessidade de substituir o antigo aeroporto por um que respeitasse a natureza envolvente.

A preocupação manifestou-se, desde logo, nos materiais de construção: 80 por cento deles foram aproveitados do antigo aeroporto.

Reduzir os gastos energéticos e produzir energia verde era outra das prioridades e foi alcançada. O aeroporto funciona a cem por cento com energia solar e eólica. Tirou-se o máximo proveito da iluminação e da ventilação naturais e a água obedece a um sistema de tratamento e reutilização.

Todos estes esforços valeram ao Aeroporto Seymour de Baltra - é este o nome oficial - a distinção mais elevada que um edifício ecológico pode ambicionar: A certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), nível ouro, atribuída pelo Conselho Americano de Construção Sustentável.

Mas, mais do que distinções, a infraestrutura permite reduzir ao máximo o impacto da sua presença nas Galápagos e preservar assim a sua principal riqueza, a natural, que traz mais riqueza, económica, para as ilhas, muito procuradas por amantes da natureza.

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